PÓLIS

VISEU, CIDADE INVISÍVEL

Universidade Católica Portuguesa



Local | Casa da Sé



Ciência, uma arte para descobrir o invisível!


Quando foi a última vez que viu o invisível? Os investigadores procuram a realidade invisível, diariamente. Ter a capacidade de ver, entender, desenhar experiências, criar, mas também recriar, são as “artes” utilizadas pela ciência para produzir conhecimento e encontrar novas soluções ou novos produtos com aplicações de índole mais específica ou generalizada.
E quando a ciência e a tradição se cruzam nos momentos da Cidade e se descobrem mutuamente, em simbiose? Desse encontro pode surgir a tradição reabilitada, renovada, inovada ou... recriada numa perspetiva de futuro assente no legado da tradição?
Docentes, Investigadores e alunos da Universidade Católica Portuguesa, do Instituto Superior Politécnico de Viseu, da Escola Secundária Viriato e Associações e Empresas da Região, sentam-se com a Cidade de Viseu e os seus para através de uma viagem pelos sentidos, mostrar onde se “esconde” a ciência no nosso dia-a-dia e aprendermos como é que a podemos descobrir e valorizar. A redescoberta dos sabores de produtos endógenos da cultura e paisagens beirãs que estão a ser preservados e inovados, são motivo para uma boa conversa para que a Cidade e os seus possam acompanhar o que está a ser investigado, onde e com que fim...
As conversas com os cientistas que estudam as invisibilidades do funcionamento de organismos utilizando ferramentas computacionais e outras vão mostrar como também se pode “ver” na saliva... a Saúde!
Convidamo-lo a ouvir e a ver a ciência num local... insólito, carregado de história, de cultura e arte e que ficará repleto de sabores e saberes para que possa também degustar e provar a ciência.



| ACTIVIDADES


A CIDADE DE VISEU ENCONTRA A CIÊNCIA

Cardo, Queijo Serra da Estrela, saliva e diagnóstico molecular, uma realidade...visível.


A ARTE DAS INVISIBILIDADES DA CIÊNCIA

Apresentação do vídeo e da exposição dedicada às invisibilidades da Ciência.


Horário | 12 a 20 de Julho - 18h00

Local | Casa da Sé

Entrada Livre



CIÊNCIA CIDADANIA E INOVAÇÃO

O que fazer com os sub-produtos? Como potenciarmos e valorizarmos…um problema?


Local | Casa da Sé

Horário | 14 de Julho - 19h00

Oficina |Ver rubrica OFICINAS



VER O INVISÍVEL PELA MÃO DO INVESTIGADOR

Num cenário com leite de ovelha, cardo, ovelhas, cães e queijo Serra da Estrela, sabonetes, computador, células, proteínas e saliva...vamos mostrar-lhe como o investigador “sonha” os projetos como o CarDOP, o CynaraTec, o SalivaTec, o Simbiose, o SuStentare, ou uma Arca de Noé de cardos em Cinfães, que também envolvem escolas secundárias de Viseu e outras instituições como a APPACDM.


Local | Casa da Sé

Horário | 15 a 17 de Julho – 19h00

Oficina |Ver rubrica OFICINAS



A CIÊNCIA COM SABORES, SABERES E TONS

Num cenário com flores de cardo, caixas de Petri, géis de electroforese, cromatogramas e boa companhia vamos conduzi-lo a apreciar e a degustar a qualidade do Queijo Serra da Estrela DOP, apresentada por quem sabe. O evento será acompanhado por outras iguarias da “Sabores e Ambientes Serra da Estrela” e criações do Chef Paulo Cardoso da Casa da Ínsua. Enquanto saboreia pode acompanhar a Ciência que se esconde em cada fatia degustada.


Local | Casa da Sé

Horário | 18, 19 e 20 de Julho - 19h00

Entrada Livre


Entrada Livre

Cada dia é dedicado a um produtor distinto.

Banca de venda de produtos da Região.



INSTALAÇÃO AMBULANTE | DO NOSSO JARDIM

André Soares Oliveira, Fernando Melo, Joana Pereira, Liliana Costa e Mariana Costa


Local | Centro histórico de Viseu


Como complemento à iniciativa “Ciência é uma arte para descobrir o invisível”, que se centra na inovação dos produtos regionais através da ciência, um conjunto de criativos desenvolve uma instalação efémera ambulante como um revivalismo à regionalidade. Traduzida num carrinho de venda ambulante, essa marca da vida urbana cosmopolita, esta instalação vai buscar elementos tão regionais como o fardo de palha, a toalha de piquenique ou o queijo da Serra da Estrela, para apregoar pelas ruas do centro histórico a venda de alguns produtos regionais feitos com ciência, carinho e actualidade. Voltando no tempo, apregoando as frases de venda de rua, revivemos o espírito contemporâneo da venda ambulante de novos produtos regionais. “Do Nosso Jardim” é o relembrar da venda de rua, no contexto actual da cidade invisível.


É “Do Nosso Jardim”, porque a sua casa-mãe é uma casa com jardim no centro histórico.

É “Do Nosso Jardim”, porque os produtos que vende são do nosso grande jardim.

É “Do Nosso Jardim”, porque Viseu é cidade jardim.

É “Do Nosso Jardim”, porque estamos nos Jardins Efémeros